O Feedback 2026 é um Simpósio dedicado às Práticas Contemporâneas do Som, em que técnica, escuta e criação se cruzam na construção de experiências sonoras relevantes.
Reunindo profissionais, criadores, docentes, estudantes, investigadores e público interessado, o evento é promovido pelo Curso de Som do Departamento de Teatro da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, integrada no Instituto Politécnico do Porto, afirmando-se como um espaço de encontro, partilha e reflexão sobre o som enquanto matéria, linguagem e prática situada.
O programa articula formação técnica, palestras, uma mesa-redonda, contacto direto com ferramentas e sistemas áudio contemporâneos, bem como momentos de performance artística.
Feedback 2026 is a Symposium dedicated to Contemporary Sound Practices, where technique, listening, and creation intersect in the construction of relevant sound experiences.
The event is promoted by the Sound Course of the Theatre Department of the Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo of the Polytechnic of Porto, bringing professionals, creators, teachers, students, researchers, and interested audiences together, and establishing itself as a space for meeting, sharing, and reflection on sound as matter, language, and situated practice.
The programme articulates technical training, lectures, a roundtable, direct contact with contemporary audio tools and systems, as well as moments of artistic performance.

Programa
Quinta-feira, 2 de abril
Thursday, April 2
09h45 THSC · SESSÃO DE ABERTURA | OPENING SESSION
Marco Conceição e Diogo Franco
Marco Conceição and Diogo Franco
10h00 THSC - MASTERCLASS O QUE É O “SOUNDSCAPE” (SOM IMERSIVO) | MASTERCLASS WHAT IS “SOUNDSCAPE” (IMMERSIVE SOUND)
Sessão apresentada pela empresa d&b audiotechnik.
Roger Rios e Jack Page
Session presented by the company d&b audiotechnik.
Roger Rios and Jack Page
11h30 THSC - COFFEE BREAK
11h45 THSC - MASTERCLASS “SOUNDSCAPE” PELO MUNDO (SOM IMERSIVO) | MASTERCLASS “SOUNDSCAPE” AROUND THE WORLD (IMMERSIVE SOUND)
Sessão apresentada pela empresa d&b audiotechnik.
Roger Rios e Jack Page
Session presented by the company d&b audiotechnik.
Roger Rios and Jack Page
13h00 - ALMOÇO | LUNCH
14h30 THSC - PAINEL 1 – COLOCAÇÃO DE MICROFONES (Mesa-redonda) | PANEL 1 – MICROPHONE PLACEMENT (Round Table)
Esta mesa-redonda propõe uma conversa aberta sobre a colocação de microfones em diferentes contextos de captação sonora, explorando como decisões técnicas influenciam diretamente a estética e a perceção do som.
A partir de experiências em estúdio, performances ao vivo, instalações artísticas, contextos audiovisuais e ambientes imersivos, os participantes discutem estratégias, desafios e abordagens criativas, cruzando prática, escuta e intenção artística.
O encontro convida o público a refletir sobre o microfone não apenas como ferramenta técnica, mas como mediador sensível entre espaço, fonte sonora e experiência.
Moderador: Diogo Franco
Margarida Pinto, Marta Miguel Mota, Quico Serrano, João Bessa
This roundtable discussion proposes an open conversation about microphone placement in different sound recording contexts, exploring how technical decisions directly influence the aesthetics and perception of sound.
Participants discuss strategies, challenges, and creative approaches based on studio experiences, live performances, art installations, audiovisual contexts, and immersive environments, crossing practice, listening, and artistic intention.
The meeting invites the audience to reflect on the microphone not only as a technical tool, but as a sensitive mediator between space, sound source, and experience.
Moderator: Diogo Franco
Margarida Pinto, Marta Miguel Mota, Quico Serrano, João Bessa
16h00 THSC - COFFEE BREAK
16h15 THSC - PAINEL 2 – OPERAÇÃO DE SOM | PANEL 2 – SOUND OPERATION
O Teatro Helena Sá e Costa acolhe uma sessão teórica e prática dedicada à operação de som ao vivo com recurso a microfones, orientada por Margarida Pinto, da equipa do Teatro Nacional D. Maria II.
A atividade aborda princípios fundamentais de captação, gestão de sinal e operação em contexto de espetáculo, articulando enquadramento conceptual com demonstrações em tempo real. Dirigida a todos os apaixonados por som ao vivo, desde estudantes e profissionais das áreas do áudio e das artes performativas até a criadores que queiram explorar técnicas práticas de captação e operação sonora em contexto de espetáculo, a sessão promove a partilha de metodologias de trabalho e boas práticas aplicadas ao som ao vivo.
Margarida Pinto
The Teatro Helena Sá e Costa hosts a theoretical and practical session dedicated to live sound operation using microphones, led by Margarida Pinto, from the team at the Teatro Nacional D. Maria II.
The activity addresses fundamental principles of capture, signal management, and operation in a performance context, articulating a conceptual framework with real-time demonstrations.
Aimed at all those passionate about live sound, from students and professionals in the fields of audio and performing arts to creators who want to explore practical techniques for sound capture and operation in a performance context, the session promotes the sharing of work methodologies and best practices applied to live sound.
Margarida Pinto
17h30 THSC - COFFEE BREAK
18H00 THSC - MOMENTO MUSICAL | MUSICAL MOMENT
PRAXINOSCÓPIO ESQUIZOFÓNICO
Feito de arames, tubos e varetas fixadas sobre LP's de madeira, com um gira-discos por baixo, base que roda e nos transporta para um mobile infantil em formato de disco escultórico, através do Praxinoscópio Esquizofónico é como se pudéssemos ouvir em tempo real, gravados nestes discos de três dimensões, os sons de um mobile mudo, sonorizados por esta criança que aguarda, que observa e interpreta, neste berçário de sons, luz, cor e movimento.
Captãomer
PRAXINOSCÓPIO ESQUIZOFÓNICO (SCHIZOPHONIC PRAXINOSCOPE)
Made of wires, tubes, and rods fixed onto wooden LPs, with a record player underneath, a base that rotates and transports us to a children's mobile in the shape of a sculptural disc, through “Praxinoscópio Esquizofónico” (Schizophonic Praxinoscope) it is as if we could hear the sounds of a silent mobile in real time, recorded on these three-dimensional discs, amplified by this child who waits, observes, and interprets, in this nursery of sounds, light, color, and movement.
Captãomer
18h30 Café-Concerto Francisco Beja - FEEDBACK EM REDE | FEEDBACK ONLINE
Momento de convívio, pensado para aproximar pessoas, ideias e projetos.
A time for socializing, designed to bring people, ideas, and projects closer together.
Sexta-feira, 3 de abril
Friday, April 3
10h00 THSC - MASTERCLASS COMO UTILIZAR O “SOUNDSCAPE” (SOM IMERSIVO) | MASTERCLASS HOW TO USE “SOUNDSCAPE” (IMMERSIVE SOUND)
Sessão apresentada pela empresa d&b audiotechnik.
Roger Rios e Jack Page
Session presented by d&b audiotechnik.
Roger Rios e Jack Page
11h30 THSC - COFFEE BREAK
11h45 THSC - MASTERCLASS DE DESENHO DE SOM PARA ÁUDIO ESPACIAL - EXPLORANDO O SEU POTENCIAL CRIATIVO |
MASTERCLASS SOUND DESIGN FOR SPATIAL AUDIO - EXPLORING ITS CREATIVE POTENTIAL
David Sheppard
David Sheppard
13h00 - ALMOÇO | LUNCH
14h30 THSC - PAINEL 3 – PALESTRA TIMBRE E A CRIAÇÃO DE REALIDADES AUDITIVAS | PANEL 3 – LECTURE TIMBRE AND THE CREATION OF AUDITORY REALITIES
Rafael Maia conduz a sessão “Timbre e a Criação de Realidades Auditivas”, que propõe uma reflexão sobre a perceção e a função do timbre em contextos sonoros contemporâneos.
A palestra explora como a criação e expressão tímbrica, através de técnicas especificas de síntese, manipulação sonora e psicoacústica, é capaz de gerar, simultaneamente, múltiplas realidades auditivas individuais, tornando a experiência sonora mais significativa para cada ouvinte.
Destinada a estudantes, artistas, investigadores e profissionais do som e das artes performativas, a sessão convida à discussão e à exploração crítica das relações entre timbre, dramaturgia e realidade auditiva.
Rafael Maia
Rafael Maia leads the session “Timbre and the Creation of Auditory Realities,” which proposes a reflection on the perception and function of timbre in contemporary sound contexts.
The lecture explores how timbral creation and expression is capable of simultaneously generating multiple individual auditory realities through specific techniques of synthesis, sound manipulation, and psychoacoustics, making the sound experience more meaningful for each listener.
Aimed at students, artists, researchers, and professionals in sound and performing arts, the session invites discussion and critical exploration of the relationships between timbre, dramaturgy, and auditory reality.
Rafael Maia
15h15 THSC - PAINEL 4 – PALESTRA ÚLTIMOS 10 ANOS DE PEÇAS COM EXEMPLOS ÁUDIO | PANEL 4 – LECTURE LAST 10 YEARS OF PIECES WITH AUDIO EXAMPLES
Rui Lima e Sérgio Martins conduzem uma sessão dedicada a uma reflexão sobre os seus últimos 10 anos de trabalho em criação sonora e performance.
Através da apresentação de exemplos áudio das suas peças, os artistas exploram os processos criativos, escolhas estéticas e técnicas de captação e manipulação sonora que marcaram a sua prática.
Destinada a estudantes, profissionais e entusiastas do som e das artes performativas, a sessão proporciona uma visão crítica e envolvente sobre a evolução do seu trabalho e o papel do som na construção de experiências imersivas.
Rui Lima e Sérgio Martins
Rui Lima and Sérgio Martins lead a session dedicated to reflecting on their last 10 years of work in sound creation and performance.
Through the presentation of audio examples from their pieces, the artists explore the creative processes, aesthetic choices, and sound capture and manipulation techniques that have marked their practice.
Aimed at students, professionals, and enthusiasts of sound and performing arts, the session provides a critical and engaging view of the evolution of their work and the role of sound in building immersive experiences.
Rui Lima and Sérgio Martins
16h00 THSC - COFFEE BREAK
16h30 THSC - MOMENTO MUSICAL | MUSICAL MOMENT
Blue Box
Blue Box, do coletivo Ballet Betão (Francisco Monteiro e Guilherme Mota), é uma performance sonora que se debruça sobre a história e a estética dos sistemas de comunicação, inspirando-se nas primeiras “blue boxes” utilizadas para manipulação de redes telefónicas.
A obra combina manipulação sonora em tempo real com interação performativa, criando um espaço imersivo onde som, gesto e tecnologia se cruzam.
Através desta experiência, Blue Box convida o público a refletir sobre a relação entre tecnologia, escuta ativa e espaço, explorando como dispositivos históricos podem ser recontextualizados como instrumentos artísticos contemporâneos.
Ballet Betão
Blue Box
Blue Box, by the Ballet Betão collective (Francisco Monteiro and Guilherme Mota), is a sound performance that delves into the history and aesthetics of communication systems, drawing inspiration from the first "blue boxes" used to manipulate telephone networks.
The work combines real-time sound manipulation with performative interaction, creating an immersive space where sound, gesture, and technology intersect.
Through this experience, Blue Box invites the audience to reflect on the relationship between technology, active listening, and space, exploring how historical devices can be recontextualized as contemporary artistic instruments.
Ballet Betão
17h15 THSC - ATRIBUIÇÃO DE PRÉMIO CARREIRA E ENCERRAMENTO DO FEEDBACK 2026 | CAREER AWARD CEREMONY AND CLOSING OF FEEDBACK 2026
Marco Conceição e Diogo Franco
Marco Conceição and Diogo Franco
18h00 Café-Concerto Francisco Beja - FEEDBACK EM REDE | FEEDBACK ONLINE
Momento de convívio, pensado para aproximar pessoas, ideias e projetos.
A time for socializing, designed to bring people, ideas, and projects closer together.

Ballet Betão
Dupla de Música Experimental
Há por aqui uma vontade de dançar brutalmente entre leves tutus e ruidosas betoneiras. Ballet Betão é uma dupla de música experimental eletrónica e Sound Art, composta por Francisco Monteiro e Guilherme Mota, do Porto. Mais recentemente, os dois jovens artistas exploram novos ambientes e abraçam a ideia de performance sonora. O primeiro projeto da dupla intitula-se Blue Box, uma performance que se expressa de forma abstrata e por vezes minimalista com uma identidade profundamente ligada à desconstrução sonora da blue box enquanto matéria-prima. Ballet Betão tem vindo a apresentar outras obras no campo da arte sonora, como CALO, em colaboração com outros artistas, e vários concertos onde *explora* novos timbres e desafia a morfologia da matéria sonora.
Guilherme Mota - Artista Sonoro
Nasceu em 2002 no Porto. Estudou Comunicação Audiovisual em Vídeo na Escola Artística Soares dos Reis, licenciando-se posteriormente em Luz na ESMAE. Estagiou no Teatro Nacional S. João. O seu trabalho insere-se no âmbito do design dedicado às artes performativas e à arte digital em contexto contemporâneo. Guilherme esteve envolvido em projetos como: criador e designer em "VALDO"; designer de Iluminação em "Songs of ascension" - Coletivo de Dança LaMaison, "No face" e "A Sense Of", no ciclo Palcos Instáveis; criador da instalação "Metamorfose” - com André Carneiro; cocriador em "Oasis" - Coletivo 1/2 BURACO; cocriador e performer em "Blue Box" e “CALO” com Francisco Monteiro. Guilherme Mota é um dos dois membros da dupla Ballet Betão.
Francisco Monteiro - Artista Sonoro
Francisco Monteiro nasceu no Porto, Portugal, em 2003. É licenciado em Teatro – Variante Som pela ESMAE desde 2025. Embora tenha começado a trabalhar na área do áudio em 2018, a sua trajetória artística iniciou-se em 2022 como compositor/designer de som. Ao longo da sua carreira, colaborou em diversas produções artísticas em locais do Porto e restantes regiões de Portugal. Nas áreas performativas, nomeadamente dança e teatro, Francisco colaborou com artistas notáveis, como Marco da Silva Ferreira, Daniela Cruz, Bruno dos Reis e Manuel Tur. Dedica a maior parte do seu tempo ao desenvolvimento de trabalhos artísticos no campo da arte sonora e design de som para teatro e dança, destacando-se obras como “Blue Box”, “CALO”, e composição para peças como “Sense Of”. Francisco Monteiro é um dos dois membros da dupla Ballet Betão.

Captãomer
Artista Sonoro e Visual
Tomás Camacho (2002, Ilha da Madeira) é artista sonoro e visual. Licenciado em Música Eletrónica e Produção Musical pela ESART, frequenta atualmente o Mestrado em Artes e Tecnologias do Som na ESMAE. Os seus interesses privilegiam a cultura popular portuguesa, e a transdisciplinaridade é um denominador comum na sua prática artística. Integra o coletivo artístico Sala 1.2.7 e no presente, sobre o nome de Captãomer, dedica-se à exploração sonora e produção musical, à escultura, à colagem e à videoarte. A interligação entre eletrónica e tradição constitui um dos pilares fundadores da sua criação artística.

David Sheppard
Sound Designer and Spatial-Audio Event Producer
David Sheppard trabalha com áudio espacial há mais de 30 anos. No início da sua carreira, especializou-se em performances ao vivo de música clássica contemporânea e obras de compositores como Stockhausen, Boulez, Birtwistle e Harvey, entre outros. Isto incluía frequentemente o desenvolvimento de soluções técnicas personalizadas para auxiliar na realização ao vivo dos elementos eletrónicos e na difusão espacial de novas obras. Continua a criar projetos para orquestras e óperas, mas também colabora regularmente com outros géneros, incluindo música eletrónica, rock e projetos pop com artistas como Mira Calix, os irmãos Dessner da National, John Hopkins e Sigur Rós. É codiretor da Loss Gain, uma empresa que trabalha com artistas, espaços de espetáculos e fabricantes para viabilizar e criar eventos musicais com áudio espacial focados na escuta profunda. Isto inclui duas grandes encomendas para 2026: Ára – uma nova experiência imersiva dos Sigur Rós – e Phase | Pattern | Pulse – as obras-primas de Steve Reich, um espetáculo de playback itinerante criado com o Colin Currie Group para o 90º aniversário de Steve Reich.
David Sheppard has been working with spatial audio for over 30 years. His early career specialised in live performance of contemporary classical music and the works of Stockhausen, Boulez, Birtwistle and Harvey, amongst others. This often included developing bespoke technical solutions to help in the live realisation of the electronic elements and spatial diffusion for new works. He continues to design for orchestras and opera but has also collaborated regularly with other genres including electronica, rock and pop projects with artists such as Mira Calix, the Dessner brothers from the National, John Hopkins and Sigur Rós. He is co-director of Loss Gain, a company that works with artists, venues and manufacturers to enable and create spatial-audio music events focussed on deep listening. This includes two major commissions for 2026: Ára - a new Sigur Rós immersive experience, and Phase | Pattern | Pulse - the masterworks of Steve Reich, a touring playback show created with the Colin Currie Group for Steve Reich's 90th Birthday year.

Jack Page
Education and Application Support - Advanced Systems Engineer EMEA
Jack Page é um Engenheiro de Sistemas Avançados na Equipa de Educação e Suporte de Aplicações da d&b audiotechnik, onde auxilia no design e implementação de sistemas de som complexos e de grande escala em toda a região da Europa, do Médio Oriente e África. O seu trabalho centra-se em ajudar eventos, produções e artistas a realizar projetos ambiciosos - particularmente aqueles que exigem conhecimentos técnicos especializados transfronteiriços.
Com experiência como músico de digressão e engenheiro de som de frente de palco, continua intimamente ligado à performance ao vivo e é especialmente apaixonado pela interseção entre música e tecnologia. Isto alimenta naturalmente o seu foco no áudio imersivo, onde o d&b Soundscape abre novas possibilidades para o design espacial, expressão artística e maior envolvimento do público.
Jack Page is an Advanced Systems Engineer in d&b audiotechnik’s Education and Application Support Team, where he assists the design and deployment of complex, large‑scale sound systems across the EMEA region. His work centres on helping events, productions, and artists realise ambitious projects - particularly those requiring cross‑border specialist technical expertise.
With a background as a touring musician and FOH engineer, he remains closely connected to live performance and is especially passionate about the intersection of music and technology. This naturally fuels his focus on immersive audio, where d&b Soundscape opens new possibilities for spatial design, artistic expression, and deeper audience engagement.

Marta Miguel Mota
Captação e Pós-Produção de Som
Marta Miguel Mota trabalha na área de design de som e captação de som direto. O seu percurso inclui projetos de ficção, documentário, televisão e publicidade, bem como edição de som para audiolivros, podcasts e conteúdos de e-Learning. É baixista, tem formação em Arquitetura Paisagista e integrou a equipa de formadores de um curso de formação contínua em Cinema na Universidade Aberta. Atualmente, encontra-se a aprofundar conhecimentos no Mestrado em Design de Som na Universidade Católica do Porto.

João Bessa
Engenheiro de Som
João Bessa é um profissional de referência no panorama musical português, com mais de 20 anos de experiência em produção, engenharia de som e mistura. O seu trabalho atravessa tanto o estúdio como os palcos nacionais e internacionais, sempre com o objetivo de apoiar e valorizar o trabalho dos artistas. No estúdio, João trabalhou com artistas como Pedro Abrunhosa, Ana Moura, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Deolinda, Diogo Piçarra, Miguel Araújo, Quatro e Meia, Azeitonas, entre muitos outros. Estes projetos resultaram em álbuns premiados, incluindo discos de Ouro e Platina, reconhecidos pela qualidade sonora e pelo cuidado com cada detalhe da produção. Para além do trabalho em estúdio, João dedica-se também à mistura de espetáculos ao vivo, tendo acompanhado turnês nacionais e internacionais com Ana Moura e Pedro Abrunhosa, em salas emblemáticas por todo o mundo. Mais recentemente, embarcou no projeto dos Quatro e Meia, contribuindo para a consistência e qualidade sonora dos seus concertos. Paralelamente à sua atividade profissional, João Bessa dedica-se à formação de novos talentos. É professor de Produção e Tecnologias da Música na ESMAE e leciona no curso de Studio Engineering da Arda Academy, partilhando a sua experiência em gravação, mistura e masterização, orientando os alunos em todas as fases do processo de produção musical.

Quico Serrano
Produtor Musical, Músico, Sound Designer, Compositor
Natural do Porto (1961) onde trabalha, e também no estrangeiro, o som é a sua matéria objeto de trabalho e criação. Desde 1979 desenvolve a sua atividade artístico-profissional nas áreas da Produção Discográfica, Engenharia de Som de eventos ao vivo e trabalho de Estúdio: gravação / misturas / masterização / arranjos. Nos anos 80 integra a equipa da Caiús Music, tornando-se especialista de produto a convite da Roland-Japão. Esta viragem para os sintetizadores e música eletrónica leva-o a participar em várias bandas com diversos estilos musicais. Como músico é ainda intérprete e compositor, tendo também, composto música para spots de publicidade, genéricos de programas de televisão e rádio, bandas sonoras para teatro, filme e vídeo artístico / documental. Desenvolve ainda outras atividades correlacionadas para as várias artes performativas e para os vários tipos de media. Tem o curso geral do Conservatório de Música do Porto – piano e o Mestrado em Artes Cénicas na especialidade de Som da ESMAE- IPP.

Rafael Maia
Artista Sonoro e Investigador
Rafael Maia é um artista sonoro e investigador do Porto, cuja prática opera na interseção entre a arte sonora, as artes performativas e a ciência. Atualmente, é bolseiro de doutoramento (FCT) na Universidade Católica Portuguesa (CITAR) e Professor Convidado na ESMAE. A sua investigação centra-se em novas estratégias para a criação e expressão tímbrica — trabalho que tem conduzido a inúmeras colaborações artístico-científicas e participações em conferências internacionais, nomeadamente no xCoAx (Dundee, Reino Unido) e no IRCAM (Paris, França), onde foi orador convidado para apresentar a sua investigação. Rafael possui um sólido percurso de apresentações e performances internacionais em países como Alemanha, Bélgica, França, Lituânia, Países Baixos, Reino Unido e Suécia. A sua carreira é também marcada por várias distinções, destacando-se o MAAT Acquisition Award (2021), o Digitópia – Creation Award da Casa da Música (2024) e o prémio Semibreve Scholar Edigma (2025) pela sua recente instalação sonora Sonic Iterations For Intangible Existences: Dark Matter.

Roger Rios
Education and Application Support - d&b audiotechnik Iberia
Roger Rios Rubiras é um profissional do setor de áudio que trabalha na d&b audiotechnik, especificamente no departamento de EAS (Education & Application Support) da d&b audiotechnik Iberia.
Ele desempenhou funções técnicas e de formação no âmbito do som ao vivo, participando como palestrante em seminários e workshops sobre sistemas line array, soluções imersivas como Soundscape e ferramentas de design acústico como ArrayCalc e R1. Nessas atividades, formou técnicos e profissionais do setor audiovisual, compartilhando metodologias de trabalho e conhecimentos sobre a configuração, otimização e implementação de sistemas de som, incluindo aplicações de áudio imersivo.

Rui Lima
Artista Sonoro, Performer, Músico, Sound Designer
Nasceu em 1981 no Porto. Estudou Design de Luz e Som na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, onde atualmente leciona. É também docente na Escola das Artes da Universidade Católica e na ACE – Academia Contemporânea do Espetáculo. Desde 2001, em conjunto com Sérgio Martins, desenvolvem trabalho conjunto como compositores para artes performativas e cinema. Ao longo do seu percurso colaboraram com diversos criadores e estruturas artísticas, entre os quais Jorge Andrade (Mala Voadora), Marco da Silva Ferreira, Victor Hugo Pontes, Rui Horta, Tania Bruguera, Nuno Cardoso, Ana Luena, Gonçalo Amorim, Cristina Carvalhal, Alfredo Martins, João Garcia Miguel e Joana Providência, apresentando trabalhos em vários países da Europa, América do Sul e Ásia. No cinema, compuseram bandas sonoras para filmes de Rita Barbosa, Raquel Freire, Melia Onel e Jorge Quintela.
Sérgio Martins
Artista Sonoro, Performer, Músico, Sound Designer
Nasceu em 1982, no Porto. Estudou no Conservatório de Música do Porto e frequentou o curso de Música Eletrónica e Produção Musical na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Desde 2001, em conjunto com Sérgio Martins, desenvolvem trabalho conjunto como compositores para artes performativas e cinema. Ao longo do seu percurso colaboraram com diversos criadores e estruturas artísticas, entre os quais Jorge Andrade (Mala Voadora), Marco da Silva Ferreira, Victor Hugo Pontes, Rui Horta, Tania Bruguera, Nuno Cardoso, Ana Luena, Gonçalo Amorim, Cristina Carvalhal, Alfredo Martins, João Garcia Miguel e Joana Providência, apresentando trabalhos em vários países da Europa, América do Sul e Ásia. No cinema, compuseram bandas sonoras para filmes de Rita Barbosa, Raquel Freire, Melia Onel e Jorge Quintela.

Margarida Pinto
Sound Designer e Técnica de Som e Audiovisuais
Iniciou os seus estudos na área do som e audiovisual em 2015, quando ingressou na Licenciatura em Tecnologias da Música, na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2022
ingressou na Pós-Graduação de Pós-produção Audiovisual aplicada à Música na mesma escola superior, tendo como formador Pedro Zaz.
Desde que iniciou a sua vida profissional na área do som ao vivo para espetáculos, soma já
vários desenhos de som na sua carteira, como “SHREK - o Musical” de Henrique Feist (2019), “MARÁIA QUÉRI” de Romeu Costa (2022), “RITO DE TRANSIÇÃO” de Ritó Natálio (2025), no qual foi também responsável pela criação da sonoplastia. Por último, os seus mais recentes trabalhos: “HAIRSPRAY” com a companhia Teatro Àpriori no Teatro Variedades e “FILODEMO” de Pedro Penim, na Sala Estúdio Valentim de Barros, ambos estreados em Março de 2026.
Atualmente integra a equipa de som e audiovisuais do Teatro Nacional D. Maria II, onde operou o som de espetáculos como “A Vida Vai Engolir-vos” (2020) de Tónan Quito, “Top Girls” (2021) e “O Nariz de Cleópatra, pois claro!” (2025) de Cristina Carvalhal e “Quis Saber Quem Sou” (2024) de Pedro Penim.
Acompanha, ainda, os espetáculos “CATARINA E A BELEZA DE MATAR FASCISTAS” e “BY HEART” de Tiago Rodrigues, em digressão internacional com o Festival d’Avignon.


