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Publicado em: 22 Maio 2026

Liberdade, liberdade - Agora, mais do que nunca, é preciso cantá-la!

10, 11 e 12 de junho, às 19h30, na Sala Preta da ESMAE.

A Sala Preta da ESMAE prepara-se para acolher a mais recente produção dos alunos do 1º ano da Licenciatura em Teatro. Nos dias 10, 11 e 12 de junho, às 19h30, este espaço transforma-se num lugar de questionamento, celebração e audácia com a apresentação de "Liberdade, liberdade - Agora, mais do que nunca, é preciso cantá-la!".

A produção, que conta com encenação e adaptação de Neusa Fangueiro e Priscila Clemente, parte do icónico texto de Flávio Rangel e Millôr Fernandes, que ressurge nesta versão com uma frescura, humor e urgência renovados. Em cena, os jovens artistas da ESMAE trazem o olhar inquieto de quem dá os primeiros passos no teatro e, simultaneamente, descobre o seu lugar no mundo.

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SINOPSE:

Mas afinal, o que é a Liberdade?
É a pergunta que atravessa "Liberdade, Liberdade: Agora, mais do que nunca, é preciso cantá-la!"— e que ganha uma nova força ao encontrar o olhar inquieto e a ousadia de quem dá os primeiros passos em cena e, ao mesmo tempo, descobre o seu lugar no mundo. Estes jovens artistas transformam o palco numa praça onde cada voz conta e onde o povo é quem mais ordena.

Nesta versão, a palavra torna-se encontro. Em cada cena, em cada gesto, em cada coro, procura-se despertar de um longo inverno. E, como na primavera, algo floresce: o pensamento crítico, a irreverência e a vontade de questionar o passado para reinventar o presente. 

O texto de de Flávio Rangel e Millôr Fernandes, ressurge com frescura, humor e urgência, como se tivesse sido escrito para este exato momento. O resultado é um espetáculo vibrante, em que a juventude não se limita a interpretar a liberdade: experimenta-a, desafia-a e devolve-a ao público como uma pergunta inevitável. Porque a liberdade não se herda intacta. Conquista-se, interroga-se, experimenta-se. E, quando atravessada pela energia, pela irreverência e pelo entusiasmo da juventude, renasce com uma força capaz de contagiar todos os que a escutam.
Ouvem-se já os rumores.
Ouvem-se já os clamores.
Talvez seja a História a chamar.
Talvez seja a liberdade a bater à porta.
Ou talvez seja apenas o momento de ocupar o seu lugar na plateia.
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