Entrada > Notícias > 1755 seguido de O TIO MÁRIO VAI AO CINEMA

1755 seguido de O TIO MÁRIO VAI AO CINEMA

ESMAE

Ópera, Teatro Helena Sá e Costa - 3, 4 e 5 de maio


3 e 4 de maio (sexta e sábado): 21h30

5 de maio (domingo): 17h00

Espetáculo para maiores de 12 anos.

Duração: 60’ (aproximadamente)

Bilheteira: 4€

 

Música 1755: Telmo Marques; TIO MÁRIO VAI AO CINEMA: Carlos Azevedo

LibretoJorge Louraço

Encenação – António Durães

Direção Musical – Luís Carvalho

Direção Artística - António Salgado

Movimento – Cláudia Marisa

Design Luz – Rui Damas

Cenografia – Hélder Maia

Figurinos – Filipa Carolina

Assistentes de Figurinos – Inês Sanches e Rita Moniz

Direção de Cena - Sónia Barbosa

Sonoplastia – José Prata, Carlos Rebelo

Registo Vídeo e Som - Carlos Filipe Sousa, Elisabete Moreira e Renata Lima

Produção Executiva – Tiago Miranda Baptista

Direção Vocal – António Salgado e Rui Taveira

Produção – António Salgado e Jorge Alves - Ópera Estúdio da ESMAE e Pós-graduação em Ópera e Estudos Músico-Teatrais

Operação de Som - Carlos Rebelo

Operação de Maquinaria - Mariana Barros

Operação de Luz e Edição Vídeo - Sérgio Vilela

Design Gráfico - Gabinete de Comunicação da ESMAE

 

Colaboração - Departamento de Música e Departamento de Teatro da ESMAE


ELENCO

1755

Embuçado/D. José I – Carlos Meireles

Donato – Sérgio Ramos

Padre – Francisco Reis

Belmiro - Alberto Villas-Boas/Gustavo Queirós

Federica –Adriana Maeda/Crislaine Netto

Mariana Paupério – Gabriella Florenzano

Brida Paupério – Teresa Queirós/ Maria Mendes

Sabina Paupério – Beatriz Ramos

Frida Paupério – Rafaela Monteiro/Alexandra Almeida

Salvador – Fábio Soares

João Mudo - Gustavo Queirós/Clemente Hernandez


TIO MÁRIO VAI AO CINEMA

Vítor Mariano (Baixo) Realizador – Francisco Reis/Clemente Hernandez

Tânia Paupério, Gémea de Vânia, Modelo e Atriz – Cristina Repas/Rita Morais

Vânia Paupério, Gémea de Tânia, Modelo e Atriz – Íria Árias

Zézinha Paupério, Modelo e Atriz, muito parecida com Joana – Inês Margaça

Milu Ricci (Soprano) Cantora da Rádio – Raquel Mendes/Luiza Lima/Raquel Monteiro

Pêpê Ricardo (Tenor) Playboy e ator – Alberto Villas-Boas/Gustavo Queirós

Ana Ricardo (Soprano 1) Gémea de Maria, Farmacêutica, mãe de Joana – Crislaine Netto

Maria Ricci (Soprano 2) Gémea de Ana, Professora, mãe de Sara e Mariana – Márcia Azevedo

Sara Ricci (Soprano) Gémea de Mariana, Estudante – Maria Mendes/ Teresa Queirós

Mariana Ricci (Soprano) Gémea de Sara, Estudante – Alexandra Almeida/ Teresa Casaca

Joana Ricardo (Soprano) Estudante, parecida com Zezinha – Federica Miranda/Beatriz Ramos

Tio Mário Magno (Baixo-Barítono) Produtor – Sérgio Ramos

Tio Chico (Barítono) – Abade Franciscano – Fábio Soares

Religiosa 1 e Freira 1 (Soprano) – Rafaela Monteiro

Religiosa e Freira 2 (Mezzo-soprano) – Gabriella Florenzano/Jacinta Albergaria


Ensemble Contemporâneo da ESMAE

Violino I - Alexandra Camboa

Violino II - Afonso Almeida

Viola - Leonel Andrade

Violoncelo – João Geraldo da Silva

Contrabaixo - Sara Ribeiro/Raquel Narciso

Flauta - Bruno Silva

Oboé - Filipa Vinhas

Clarinete - Iara Alves

Fagote - Beatriz Cunha

Trompa - José Pedro Bola

Trompete - João Oliveira

Trombone – José Luís Rosas/Ana Filipa Santos

Percussão - Manu Beobide/Daniel Araújo

Piano - Carlos Lopes


SINOPSES

1755

Um teatro em ruínas

1755. O terramoto arrasa a Ópera do Tejo. Um dos cantores líricos procura desesperado o seu melhor casaco. Os músicos e cantores chegam para ver tudo arrasado e deparam com um bando de saltimbancos a roubar a roupa que sobra dos guarda-roupas, em especial sapatos, para vender, e as telas dos cenários, para armar as suas tendas. São liderados por uma matriarca, Mariana da Enxovia, visivelmente grávida. O rei, que vinha incógnito para um rendez-vous com a cantora lírica Federica Ricci, fica para avaliar os estragos e promete erguer um novo teatro no mesmo lugar. Entretanto, com o esforço, rebentam as águas de Mariana da Enxovia. Federica, a prima donna, socorre a grávida. São dois gémeos saudáveis. Mas Mariana morre depois do parto. Federica Ricci fica com uma das crianças, e um dos saltimbancos, Donato Paupério, com o outro.

 

TIO MÁRIO VAI AO CINEMA

Um cinema decadente

1975. A revolução trouxe a democracia a Portugal, incluindo ao norte do país, conservador e católico. No cinema São João, toda a família Ricci se junta para assistir à estreia do filme erótico realizado por João Ricci. Lá fora, um grupo de freiras apela ao boicote. A família escandaliza-se ao ver que os mais novos entram no filme como atores e atrizes, e querem impedir a estreia. Logo descobrem que aqueles rapazes e raparigas coincidentemente muito parecidos com eles, não são da família Ricci, mas antes da família Paupério. É então que concluem que todos são primos uns dos outros. A estreia é abençoada pela presença de um tio, frade franciscano, pregador da teologia da libertação e da lei do amor acima de todas as coisas.

 

 

Autor

antoniogorgal@esmae.ipp.pt

Partilhar