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Publicado em: 20 Fevereiro 2026

Pesquisa Artística em Interpretação - Ciclo de Palestras

A ESMAE acolhe, de 25 de fevereiro a 29 de março, o ciclo "Pesquisa Artística em Interpretação", uma série de sessões do MIA que cruza tradição, tecnologia e inovação para repensar o papel do músico no século XXI.

O que significa ser um intérprete no século XXI? Entre a tradição das escolas nacionais e o desafio da Inteligência Artificial, o Mestrado em Música - Interpretação Artística (MIA) da ESMAE volta a abrir as portas para um ciclo de sessões que promete agitar o pensamento crítico e a performance de futuros artistas e intérpretes.

A decorrer entre 25 de fevereiro e 29 de março, este ciclo pretende motivar os futuros artistas e intérpretes a fomentar a exploração de ideias e reflexão sobre a sua própria atividade, com vista a desenvolver autonomia e novas competências numa abordagem pluridisciplinar, envolvendo musicologia aplicada, tecnologia/ inteligência artificial (IA) e prática performativa.

A entrada é aberta a toda a comunidade, limitada aos lugares disponíveis. 

Sessões: 

1ª sessão 
25 de fevereiro: Sofia Lourenço
| 10h45 - 13h15 | Sala 1.8

"As escolas de piano europeias no século xx: tendências nacionais da interpretação pianística"

Partindo de uma pesquisa intensa desde há duas décadas, o objetivo deste estudo é a caraterização de performances representativas de pianistas, através da aferição de linhas essenciais e principais tendências da prática performativa, referenciadas como Escolas Nacionais de Piano. A sua identificação e o seu estudo sistemático protegem e valorizam a herança do património imaterial da música de origem Europeia na compreensão de processos de identificação, mediação e hibridação na prática e comunicação musical.

2ª sessão
04 de março: Nuno Caçote | 10h45 - 13h15 | Sala 1.8

"Pedro Blanco - Nacionalismo e Pós-Romantismo"

Numa época em que correntes estéticas de filiação nacionalista marcavam a cultura musical europeia, uma parte significativa do legado musical de Pedro Blanco (1883- 1919), em que se incluem as suas Suites, e obras orquestrais, sofre influência do chamado Movimento Nacionalista Espanhol, corrente estética iniciada por Felipe Pedrell, professor de composição de Pedro Blanco. O Porto do início do séc. XX vivia no esplendor musical do pós-romantismo wagneriano, manifestando-se essa outra vertente estética em obras de Pedro Blanco como as Mazurkas, as Valsas ou o seu Concerto para piano op. 15, através de um conjunto de características associadas ao lado mais obscuro, sombrio e melancólico típico deste movimento estético.

3ª sessão
18 de março: Eugénio Amorim  | 10h45 - 13h15 | Sala 1.8

"A improvisação como ferramenta de interpretação"

Durante os diversos anos de estudo de formação de um instrumentista, será importante e motivador explorar questões inerentes à interpretação musical de um ponto de vista pessoal. Trabalhando verdadeiramente a improvisação, a fluência de discurso, a comunicação de ideias e a criatividade é possível aprofundar a proximidade ao instrumento tão essencial para todos os performers. Nesta sessão os intérpretes vão ser desafiados a participar em atividades atinentes, propostas pelo palestrante.

4ª sessão
25 de março: Márcia Vieira  | 10h45 - 13h15 | Sala 1.8

"Da intenção à ação: Estratégias práticas para um percurso artístico sustentável"

5ª sessão
08 de março: Marta Nabais Leite   | 10h45 - 13h15 | Sala 1.8

Técnicas estendidas para piano – um estudo a partir de obras de Henry Cowell, John Cage, George Crumb e Marisa Rezende

6ª sessão
15 de março: 
Idílio Nunes & Igor Rocha e Silva  | 10h45 - 13h15 | Sala 1.8

Música, património e práticas participativas: as bandas filarmónicas na região do Minho Fronteiras sonoras: diáspora, censura e renovações estéticas nas práticas musicais brasileiras no regime militar (1964 – 1985)

7ª sessão
22 de março: 
Marco Conceição | 10h45 - 13h15 | Sala 1.8

Sound recording : an Art

8ª sessão
29 de março: Jeffrey Davies  | 10h45 - 13h15 | Sala 1.8

Sobre a autonomia enquanto performer no Jazz

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