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Festival Set'21

Bem-vinda/o à 11.ª Semana das Escolas de Teatro - Festival SET.

 

Família SET,

É com grande pena que, devido a constrangimentos causados pela pandemia Covid-19, a 11.ª edição do Festival SET, que aconteceria de 16 a 24 de julho, se encontra suspensa. 

Numa situação epidemiológica como a que vivemos, deliberou-se que a realização presencial do Festival constituía um perigo para a saúde pública.  

Assim, toda a programação – incluindo a programação online (SET+) – estará suspensa até que se encontrem novas datas para a realização segura do mesmo. Esperamos ter novidades em breve.  

Em nome da Comissão do Festival SET, agradecemos a todas as pessoas que participam e se envolvem no Festival, em todas as vertentes da sua organização, e que continuam a contribuir para que este se realize. 

A vocês: um obrigad@! 

Não é um adeus, é um Até Já!

 


 

 

O Festival SET, Semana das Escolas de Teatro, é um festival de artes performativas organizado por estudantes e docentes da ESMAE - P.PORTO e tem como principal objetivo criar uma plataforma que permita aos/às vários/as estudantes de escolas artísticas nacionais e internacionais apresentarem as suas criações artísticas. 

Desde a sua primeira edição em 2006, criamos, na cidade do Porto, uma massa de espetáculos vasta e com raízes noutros pontos e escolas de Portugal e do mundo. Aos participantes que recebemos, permitimos que tenham uma experiência enriquecedora, debatendo o futuro. 

Com o surgimento da pandemia Covid-19 e com a impossibilidade de realização da edição de 2020, o Festival SET defendeu, à semelhança de outras estruturas culturais, que deveria combater a onda de cancelamentos de eventos gerada, encontrando uma nova forma de cumprir a sua missão: através de eventos online. Assim, surge a edição PRÉ-SET2021, uma preparação para a edição de 2021, envolvendo estudantes, docentes, diretoras/es de escolas, profissionais da cultura. 

A recente revolução da globalização que esta pandemia nos trouxe, como o marco de mudança de paradigma, pôs em causa a nossa civilização, as suas formações de poder e, com elas, o desenvolvimento de laços sociais cada vez menos aceitáveis. É preciso, em primeiro lugar, combater o medo. O medo da morte. Para ensaiar a sociabilizar… Para ensinar a caminhar…. Recomeçar a caminhar! 

Para isso, é necessário recusar a passividade e reconhecer a entropia que chegou com esta paragem. Quanto mais ativos, mais aptos, mais fortes, melhor para a afastar. Sabemos que o medo aprisiona a lucidez e nos cristaliza e encerra numa bolha minúscula. Urge furar esta bolha, alargar os limites do espaço e do tempo para tomar consciência do nosso mundo. Reescrever este «microcosmo», que lentamente se contaminará de um novo renascimento!